Jornal do Brasil Online
Bruno Agostini

Salvador’s summer embraces a world of celebrations

Salvador announced the onset of a series of catholic and African celebrations that will become another means to attract people to the city this summer. The marathon of faith related activities began with the celebration of Ours Lady of the Immaculate Conception last Sunday. The most concurred celebrations are the Procession of Our Lord of the Navigators, the washing of the steps of the Church of Bonfim, and the seaside offering and celebrations for Iemanjá.

Honoring the fishing tradition of the city, the ceremonies of Our Lord of the Navigators and Iemanjá are maritime processions that pay tribute to the entities that during the year are believed to bless the fishing trade by providing an abundance of fish and protection against the dangers of the sea.

Also known as Celebration of the Good Voyage, the Procession of Our Lord of the Navigators is the apex of the New Yera’s commemorations at the Boa Viagem Beach. In the morning of the first day, hundreds of boats follow the Galeota Gratitude do Povo – with the image of The Good Jesus of the Navigators – from the Command wharf of the second Naval District, in front of the Church of Our Lady of the Immaculate Conception of the Beach. The procession finishes at Boa Viagem Beach, in front of the Church of Our Lady of Boa Viagem – after having paraded by the Barra lighthouse.

The Lapinha celebration takes place on Three Kings Day and initiates the countdown for the washing of the steps of the Church of Bonfim – the second thursday of the year, the 16th of January. The event will begin at midnight of the 5th of January when the Three Kings will parade through the streets of the Historical Center until the nativity scene that was mounted by the congregation of faithful from the Church of the Lapinha.

Some years the Diocese of Salvador forbade the presence of trios for the ritual commonly known as the “washing of the steps of the Church of Bonfim.” However the celebration will continue to have melody, directed by a procession of Bahianas, that will begin at the Church of Our Lady of the Immaculate Conception of the Beach to the staircases of the Church of Our Lord of Bonfim. As they sing to Oxalá, syncretized with Our Lord of Bonfim, the Bahianas will wash the stairs and the church’s plaza with their brooms and perfumed water.

The Rio Vermelho fishing community awaits the 2nd of February with anxiety. But it seems that all Bahia is in line to leave their offerings in wicker baskets that in the late afternoon will be tossed into the sea during a procession made up of hundreds of boats. Later, the celebration continues until the multitude’s last breath, in the best Bahian style.

– All religions that work for the good of humanity and speaks of love and justice deserve support. The PT respects Brazilian culture and Candomblé is part of our country’s roots – it said.

The president of the Brazilian Federation of Umbanda and Candomblé, Pai Paiva, does not agree with this handling of the religion. For him, Umbanda does not have to be mixed with politics.

– This only cause conflict. I never saw any “work” to elect a nobody. The candidate who works more and presents the best proposal is the one who is elected – he argues.

In the Federal District, Candomblé has about 80 thousand adepts. The official federacy of the religion has 2,560 members. Paiva believes that the work of the umbandistas to favor Magela is pure opportunism.

– The 50 pais-de-santo that will be participate in this event do not represent the true body of the movement. I will be that they are not even members of the Federation.

According to Paiva, umbanda must contribute to the charity and not politics. He explains that the purpose of Candomblé is to propagate the good. (Larissa Guimarães Collaborated for this article)

From Correio da Bahia
Povo de santo homenageia São Bartolomeu na Igreja do Rosário dos Pretos e em terreiro da Federação
Adriana Jacob

O domingo foi de homenagem a São Bartolomeu na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. A missa é uma das mais tradicionais que ocorrem na igreja secular erguida pelos escravos no Largo do Pelourinho e acontece há mais de 200 anos. Na verdade, trata-se de uma das celebrações do Terreiro do Bogum, o único de tradição gege da Bahia.

A celebração de ontem foi um verdadeiro reencontro. É que as atividades do terreiro estavam paradas há sete anos, desde a morte da doné ou ialorixá Nissinha, última mãe-de-santo da casa, que só admite mulheres em sua liderança.

Agora, passado o tempo de preparação, vai assumir o cargo a mãe-de-santo Zaildes Iracema de Mello, a mãe Índia, escolhida através do jogo de búzios. “É uma responsabilidade muito grande, mas estou feliz por ter sido a escolhida”, diz Zaildes, que, aos 37 anos, vai se tornar uma das mais jovens mães-de-santo do estado.

Da igreja, o grupo seguiu para o Terreiro de Jesus, de onde partiu em dois ônibus fretados para a Ladeira de Bogum, no Engenho Velho da Federação. Ao chegar ao local, dezenas de pessoas subiram a ladeira em procissão, no mesmo trajeto feito há mais de 200 anos pelos seus ancestrais. Na frente do cortejo, sob o sol do meio-dia, a nova mãe-de-santo, que deve tomar posse agora em dezembro, em data a ser marcada. Os filhos e filhas-de-santo levam duas imagens, a de São Bartolomeu e a de São Gerônimo. O grupo é saudado com “banho de arroz” pelos moradores da rua, que vão para as portas e janelas das casas. O toque dos atabaques é ouvido de longe. Fazem a volta na Praça Mãe Runhó, “única praça do estado a ter o nome de uma mãe-de-santo, mulher e negra”, como explica o historiador Jaime Sodré.

Na entrada do barracão do terreiro, ao toque dos atabaques, alguns voduns – como são chamados as divindades africanas nos terreiros gege – se manifestam. Mas, logo depois, é hora de servir o almoço, uma grande feijoada. Afinal, como explica o ogã da casa há mais de 50 anos, Ailton Conceição, trata-se de uma reverência a um santo católico que já se tornou tradição no Terreiro do Bogum. “É uma cerimônia simples, que é feita porque temos que preservar o que existe, mas não se trata de uma festa de candomblé”.

Alguns dos filhos-de-santo do Bogum se consideram também católicos. É o caso também de outras pessoas que vão prestigiar a missa de São Bartolomeu, como Walter Nabuco, da Casa Branca. “Também sou irmão do Rosário dos Pretos, então muitos de nós aqui somos do candomblé, mas também católicos”. Outros, apesar de não se considerarem católicos, acompanham a missa e o cortejo. “Nós somos contra a intolerância, então não podemos discriminar nenhuma religião”, diz Jaime Sodré, ogã da casa há 35 anos.

O Terreiro de Bogum tem como uma das suas principais diferenças a língua falada nos rituais. Como explica Jaime Sodré, a língua falada pelos gege é o ewé, do povo fon, com tradição ligada ao Benin. A maioria dos candomblés baianos é de tradição nagô e utiliza como língua o iorubá. Além da língua, alguns rituais dos gege são diferentes. Os orixás são conhecidos como voduns e recebem outras denominações.

A missa em homenagem a São Bartolomeu marca a abertura do calendário de festas do Terreiro de Bogum. No dia 1º de janeiro, é realizada uma das festas mais tradicionais da casa, a da Água de Oxalá.

La Jiribilla
Homenaje a Lázaro Ros. apuón cubano
Bladimir Zamora Céspedes | La Habana

Desde la media tarde de ayer jueves, el Centro Cultural de España en La Habana empezó a llenarse de pulcros músicos negros y de creyentes de las religiones afrocubanas. Cualquiera hubiera pensado que aquello estaba motivado por la instauración de una nueva institución, en el Palacio de las Cariátides, que mira el mar desde el número 17 del Malecón. La razón, sin embargo, era que allí, a partir de las 4 pm, se desarrollaría un homenaje a Lázaro Ros, propiciado por Ceiba, Fundación de Cultura Afrohispanoamericana, con el patrocinio de la Junta de Andalucía y claro, la colaboración del propio Centro Cultural.

Ceiba, que fue constituida a mediados de 1997, está integrada mayoritariamente por españoles y también pertenecen a ella importantes personalidades de la cultura cubana, como el escritor Antón Arrufat, la pintora Zaida del Río y el pianista Víctor Rodríguez. Su primordial objetivo es la investigación, preservación y divulgación del ascendiente negro en la identidad cultural de España e Iberoamérica. Por ello, ha constituido un premio de reconocimiento a figuras de la región, que se hayan destacado por su consagración a estos menesteres. Ello motivó la iniciativa de conferir el galardón a Lázaro Ros, que está reconocido como el más grande cultor de los cantos afrocubanos.

Al iniciarse el homenaje, la sala estaba colmada por más de doscientas personas, entre las que podían advertirse mujeres y hombres sencillos y anónimos de la capital cubana, junto a figuras muy conocidas como las cantantes Omara Portuondo, Teresa García Caturla y Ela Calvo. Natalia Bolívar, vicepresidenta de la Fundación Ceiba, dio lectura a certeras y emotivas palabras, destacando el lugar de Lázaro en la cultura de la Isla. Más tarde el andaluz Jesús Cosano, director general de la Fundación Ceiba, puso en manos del homenajeado la placa de cerámica trianera, que autentifica la concesión del Premio.

El hombre venerable, que ha dedicado la mayor parte de su vida a buscar en la voz de los mayores la resonancia de los ancestros africanos, dijo unas pocas palabras de agradecimiento por habérsele hecho este agasajo, que ha llegado profundamente a su corazón, como él mismo confesó. Al hacerse una pausa, todos los presentes creían que comenzaría su actuación, con el acompañamiento del Grupo Olorun. Y de repente, subió al escenario Ela Calvo, espontánea, acompañada de su guitarrista y ofreció la canción de César Portillo de la Luz, “Babalú Allé”, de Miguelito Valdés y “Olvido”, de Miguel Matamoros. Ella logró, cantándole a Lázaro, levantar el coro gigante de muchos de los presentes y cuando la exaltación no podía tener mayor altura, tomó Lázaro Ros el micrófono y comenzó un recitativo en lengua yoruba, tras el cual comenzaron a invadir la sala el sonido de los tambores batá, el coro de los otros músicos de Olorun y la vigorosa aparición de los bailarines, que encarnaron deidades como, oggún, oyá, yemayá y changó, y en medio de todo ello, la tutela reclamadora de la voz de Lázaro Ros. El público cómplice, que bebía sorbos de aguardiente de caña, mientras se desarrollaba el espectáculo, no podía creer que la velada tuviera fin.

Se hicieron, entonces, grupos grandes o pequeños, y la gente se saludaba con cariño como en las auténticas fiestas. Y sobre todo, gran cantidad de ellos querían dar la mano y abrazar a Lázaro. Entre ellos, Leo Brouwer, que lo apretó entre sus brazos y llorando de emoción le dijo: Maestro.

© La Jiribilla. La Habana. 2002

From Correio da Bahia

Gantois, the Candomblé terreiro founded by Mae Menininha do Gantois, will be designated as a historical site today at noon by Iphan (The National Institute of Historic and Artistic Sites), with the presence of the minister of culture, Francisco Weffort. The religious center will be the third terreiro to be so designated in Salvador. The designation of Gantois follows that of Casa Branca (on Vasco da Gamma Avenue), declared a historic site 16 years ago, and Ilé Axé Opó Afonjá (Cabula), declared a historic site in 1999. Yesterday, Ilé Axé Opó Afonjá inaugurated its IXth Afonjá Fair of African Culture, with the objective of promoting integration between the community and candomblé, the religion of the orixás.

About 15 tents will be selling drinks, traditional foods (acarajé, abará, vatapá) and crafts until sunday. The fair is promoted by the ogãs Ilé Axé Opó Afonjá and intends to preserve the memory of the religion for descendants of Africans in Brazil and the exchange of similar experiences with representatives of other terreiros, Bahians and tourist. The religious center, that already enters its 92nd year, is the biggest terreiro in Brazil – 40 a thousand square meters – and occupies an area that was declared a “protected forest area” by Salvador’s Department of Ebvironmental Conservation (APA) ten years ago.

The opening of the fair counted with the participation of the association known as the Filhos de Gandhy, Proyecto Axé band and the Sembagota group, which will perform to homage Mae Stella de Oxóssi, the terreiro’s ialorixá. Singer Márcia Short will perform on Sunday. Yesterday, mayor Antonio Imbassahy and the president of the Iphan, Carlos Heck visited the terreiro to partake of the fair.

“Ilé Axé Opó Afonjá’s contribution in the area of the education and religiosity is fantastic. The terreiro preserves the origin, the cultural identity and the self-esteem of descendants of Africans in Brazil. The fair is just another of the instruments that it uses to accomplish these ends”, said Imbassahy. The mayor said that there are plans to extend the physical structure of the Municipal School Eugênia Anna Dos Santos, that functions through a partnership between the terreiro and City Hall. The school is the only one in all Brazil to teach to the Yoruba language.

From Correio da Bahia
Patrimônio

O terreiro de candomblé Mãe Menininha do Gantois será tombado ao meio-dia de hoje pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com a presença do ministro da cultura, Francisco Weffort. O centro religioso será o terceiro terreiro de candomblé a ser tombado em Salvador. O Gantois segue o caminho da Casa Branca (Avenida Vasco da Gama), tombada há 16 anos, e do centro Ilê Axé Opô Afonjá (Cabula), tombado em 1999. Este último, inclusive, inaugurou ontem a IX Feira de Cultura Africana Afonjá, com o objetivo de promover a integração entre a comunidade e o candomblé, a religião dos orixás.

Cerca de 15 barracas estarão até domingo comercializando bebidas, comidas típicas (acarajé, abará, vatapá) e objetos artesanais. A feira é promovida pelos ogãs do terreiro Ilê Axé Opô Afonjá e pretende preservar a memória da religião afrodescendente e trocar experiências com representantes de outros terreiros, baianos e turistas. O centro religioso, que já contabiliza 92 anos de história, é o maior terreiro do Brasil – 40 mil metros quadrados – e ocupa um trecho de mata atlântica já decretado pela prefeitura como Área de Preservação Ambiental (APA) há mais de dez anos.

A abertura da feira contou com a participação do bloco Filhos de Gandhy, da banda do Projeto Axé e do grupo Sembagota, que cantaram em homenagem a Mãe Stella de Oxóssi, ialorixá do terreiro. No domingo, é a vez da cantora Márcia Short se apresentar. Ontem, a feira foi visitada pelo prefeito Antonio Imbassahy e pelo presidente do Iphan, Carlos Heck.

“O trabalho que o Ilê Axé Opô Afonjá desenvolve na área da educação e religiosidade é fantástico. O terreiro preserva a origem, a identidade cultural e a auto-estima dos afrodescendentes. A feira é mais um instrumento que se incorpora a esse conjunto de ações”, disse Imbassahy. O prefeito destacou ainda que há planos de ampliar a estrutura física da Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, que funciona através de uma parceria entre o terreiro e a prefeitura. A escola é a única em todo o Brasil a ensinar o dialeto iorubá.

From Correio da Bahia

Gantois, el terreiro de Candomblé fundado por Mae Menininha de Gantois, será señalado como sitio histórico hoy al mediodía por Iphan (el Instituto Nacional de Sitios Históricos y Artísticos), con la presencia del ministro de la cultura, Francisco Weffort. El centro religioso será el tercer terreiro a ser así señalado en Salvador. La designación de Gantois sigue la del terreirol Casa Branca (en la Avenida Vasco da Gamma), declarado un sitio histórico hace 16 años, e Ilé Axé Opó Afonjá (Cabula), declarado un sitio histórico en 1999. Ayer, Ilé Axé Opó Afonjá inauguró su IXna feria Afonjá de la Cultura Africana, con el objetivo de promover la integración entre la comunidad y el candomblé, la religión de los orixás.

Cerca de 15 quioscos venderán bebidas, alimentos tradicionales (acarajé, abará, vatapá) y artesanias hasta el domingo. La feria es promovida por los ogãs de Ilé Axé Opó Afonjá y se prepone preservar la memoria de la religión para los descendientes de africanos en el Brasil y además llevar a cabo un intercambio de experiencias similares con los representantes de otros terreiros, Bahianos y turistas. El centro religioso, el cual lleva 92 años funcionando, es el terreiro más grande del Brasil – 40 mil metros cuadrados – y ocupa un área que fue declarada una “área protegida del bosque” por el Departmento de la Conservación Ambiental de Salvador(APA) hace diez años.

La abertura de la feria contó con la participación de la asociación conocida como los Filhos de Gandhy, la banda Proyecto Axé y y el grupo Sembagota, quienes realizarán un homenaje a la Mae Stella de Oxóssi, la ialorixá del terreiro. La cantante Márcia Short se presentará el domingo. Ayer, el alcalde Antonio Imbassahy y el presidente del Iphan, Carlos Heck, visitaron el terreiro para participar de la feria.

“La contribución de Ilé Axé Opó Afonjá en el área de la educación y de la religiosidad es fantástica. El terreiro preserva el origen, la identidad cultural y la autoestima de descendientes de africanos en el Brasil. La feria es un instrumento más de los que utiliza para lograr estas metas”, dijo Imbassahy. El alcalde dijo que hay planes para extender la estructura física de la Escuela Municipal Eugênia Anna Dos Santos, la cual funciona a través de un acuerdo hecho entre el terreiro y el govierno municipal. La escuela es la única en todo el Brasil que enseña Yoruba.

Miami Herald
By Elaine De Valle
edevalle@herald.com

Saying it was part of a ”ritual cleansing,” a Santeria priest told a 17-year-old to drop his pants, then performed sex acts on him, Hialeah Police said Monday.

Police arrested Fernando De Morales, 60, on Saturday and charged him with sexual battery. De Morales bonded out Sunday. He could not be reached for comment Monday.

The teen, his father and two sisters visited De Morales’ home, at 853 E. 32nd St., on Saturday for him to perform a Santeria ritual, said Frank Gonzalez, a Hialeah Police spokesman.

De Morales told the father that, as part of the ritual, the father had to drop an item into the ocean.

Once the father left, De Morales took the boy to a utility shed to perform the ”ritual cleansing,” Gonzalez said.

”Once they were alone, De Morales performed [sex acts] on the boy,” he said.

Although De Morales told the teen not to mention the contact to his family, Gonzalez said, the boy told his sister, who told their father.

Detectives want to know if anyone else had a similar experience and urge people to call the Hialeah Police Department at 305-687-2525 or Crime Stoppers at 305-471-TIPS.

Jornal do Brasil Online

Espaços serão demarcados na areia
O próximo réveillon promete ser ainda mais democrático na fé. Uma lei aprovada pela Câmara dos Vereadores, em sessão extraordinária realizada quinta-feira, determina a demarcação de áreas exclusivas na orla das praias para a realização de cultos religiosos durante a passagem do ano. De acordo com a lei, os espaços pré-demarcados poderão ser ocupados, ao mesmo tempo, por adeptos de várias crenças.

– É importante que todos os que praticam uma crença tenham espaço garantido – comentou o autor do projeto, o vereador Jorge Babu (PT).

Com a lei, as manifestações religiosas não correm mais o risco de perder espaço para os shows que ocorrem na orla. O projeto pretende ainda preservar os cultos a Iemanjá, uma tradição cultural do réveillon do carioca e atração para milhares de turistas todos os anos. Segundo a lei, as áreas exclusivas para os cultos religiosos devem funcionar das 18h do dia 31 de dezembro às 6h do dia 1º de janeiro.

Miami Herald

A con man sexually assaulted and robbed a 78-year-old woman last week after she let him into her Little Havana apartment for a ”magic” ritual.

The man posed as a practitioner of Santería, an Afro-Cuban religion, and told his victim her apartment was in need of a spiritual cleansing, police spokesman Delrish Moss said.

The necessary ritual, the man told her: placing jewelry and other valuables in perfumed water.

After performing the brief ceremony, the man sexually assaulted the woman, then fled with her possessions.

Since September, three other Little Havana seniors, one of them a man, have been robbed by a well-groomed charmer matching the con man’s description. Victims described the man as a white Latin, possibly Cuban, with salt-and-pepper hair.

He looks between 50 and 60 years old, of medium build and height. He may be driving a beige car with painted lines on the sides.

Anyone with information is urged to call Crime Stoppers at 305-471-8477.

Traducido del ingles por Miguel W. Ramos

Miami Herald

Un hombre sexualmente asaltó y robó a una mujer de 78 años de edad la semana pasada después de que ella le permitió entrar a su apartamento en La Pequeña Habana para llevar a cabo un rito “mágico.”

El hombre se hizo pasar por un practicante de Santería, una religión afrocubana, y le dijo a la víctima que su apartamento tenia necesidad de una limpieza espiritual, dijo el portavoz policiaco Delrish Moss El hombre le dijo que el ritual requería poner sus joyas y otros artículos de valor dentro de un preparativo que contenía agua y perfume.

Después de brevemente ejecutar la supuesta ceremonia, el hombre asaltó a la mujer sexualmente, y luego huyó con sus posesiones.

Desde Septiembre, otras tres personas mayores de La Pequeña Habana, uno de ellos un hombre, han sido victimas por un individuo el cual las víctimas describen como un hombre bien vestido y de buena apariencia y presencia. Las víctimas describieron al hombre como un latino blanco, posiblemente cubano, con pelo del sal-y-pimienta.

Parece tener entre 50 y 60 años de edad, de figura y altura media. Maneja un carro color crema con líneas pintadas en los lados.

Se insta a todo aquel que tenga alguna información a llamar a Crime Stoppers al 305-471-8477.

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